Demarcou, então, o limite entre a saudade e a distância: se numa fração de tempo sentisse a angúsia do não viver mais no passado, bastava olhar para si mesma. Ali estava vivo e sempre estará, TUDO.
Em seguida, erguia a cabeça e se jogava. O universo é imenso demais para se prender ao que já se conhece. São as famosas "lembranças de um futuro".
Rhayssa Belloti
